Neste episódio, você vai entender a diferença prática entre workflows como n8n e Make e os Agents do ChatGPT Workspace. A ideia central: em muitos processos contábeis, o caminho deve ser previsível, e o LLM entra apenas nos pontos em que há julgamento.
Neste episódio, você aprende o princípio prático que organiza o uso de LLMs em rotinas financeiras e contábeis. A ideia central é simples: use o modelo para julgar caminhos, mas entregue cálculo, regras, fontes e aprovação aos componentes certos.
Neste episódio, o podcast do RDD comenta os sete mitos que fazem empresas usar inteligência artificial sem transformar isso em crescimento. A ideia central é simples: valor aparece quando a IA muda decisões, fluxos de trabalho e resultados econômicos.
Um episódio sobre o incidente em que agentes do ExploitGym deixaram de atuar como execuções isoladas e alcançaram sistemas reais da Hugging Face. A conversa destaca por que segurança de agentes precisa ir além de filtros e sandboxes.
Neste episódio, você vai entender os cinco componentes práticos de um agente com LLM e o ponto crítico de cada um. O foco é saber onde a automação pode falhar antes de confiar nela em rotinas contábeis e financeiras.
Neste episódio, o podcast do RDD fala sobre como IBS e CBS levam a Reforma Tributária para dentro da operação das empresas em 2026. A conversa mostra por que a IA pode ser mais do que automação: pode ajudar a transformar dados fiscais e contábeis em sinais para decisão.
Você vai entender a diferença prática entre um chat comum e um agente com ferramentas. O foco é o laço raciocinar, agir, observar e ajustar, e por que o feedback real muda o comportamento do modelo.
Neste episódio, o podcast do RDD discute por que a pergunta central não é escolher entre ChatGPT, Claude ou Gemini. Para escritórios contábeis, o valor está em construir processos com dados, regras, workflows e governança.
Você vai aprender por que documentos como PDF, DOCX, XLSX e escaneados precisam de uma extração que respeite o layout. O foco é transformar tabelas em texto estruturado e criar um detector que torne visível uma extração ruim.
Neste episódio, o podcast do RDD discute por que a IA na Contabilidade não deve ser reduzida ao uso de chatbots. A ideia central é pensar em processos, dados, controles e responsabilidade humana antes de escolher a ferramenta.
Você vai entender a falha mais perigosa na leitura de documentos contábeis por modelos de linguagem: quando os números existem, mas perdem o vínculo com as contas certas. O episódio mostra por que essa falha é silenciosa e como cabeçalhos, rodapés e perda de hierarquia contaminam a base que alimenta as respostas.
Neste episódio, o podcast do RDD explica por que pequenas e médias empresas devem tratar modelos de IA como componentes, não como fundação permanente. A conversa aborda portabilidade, controle de dados, documentação de processos e redução do custo de troca.
Neste episódio, você vai entender por que PDFs e documentos escaneados podem estragar a base de consulta de uma IA sem emitir alerta. O foco é o mecanismo: texto como subproduto do layout, colunas embaralhadas e OCR errando justamente onde o valor muda.
Neste episódio, você aprende quais ajustes mais aumentam a chance de o sistema recuperar o trecho certo antes de responder. O foco é a ingestão: layout, estrutura, contexto, vigência, qualidade da entrada e avaliação do recuperador.
Neste episódio, você vai entender por que a qualidade de um RAG começa antes da resposta: na ingestão do acervo. O foco é o chunking por estrutura e o enriquecimento com vigência, dois pontos críticos para evitar consultas contábeis perigosamente erradas.
Neste episódio, o podcast do RDD mostra por que governança de IA não precisa travar a inovação. A conversa passa por dados, ferramentas, revisão humana, agentes e controles proporcionais ao risco.
Você vai entender por que uma busca boa não termina quando encontra trechos parecidos. O ponto central é o **reranking**: reler os candidatos junto com a pergunta para separar o que apenas se parece do que realmente responde.
Neste episódio, o RDD apresenta uma distinção simples e poderosa: IA pode ajudar a pessoa, redesenhar processos ou virar parte do produto. Entender essa diferença evita confundir adoção de ferramenta com transformação estratégica.
Um estudo com vinte e quatro modelos de IA no Exame de Suficiência do CFC mostra que preço alto não garantiu melhor desempenho. O episódio discute como contadores e empresas podem escolher IA com mais evidência e menos desperdício.
Você vai entender por que, em um sistema com RAG, o modelo não deve ser tratado como fonte da verdade, e sim como intérprete do material recuperado. Também verá como embeddings, busca vetorial e BM25 ajudam a localizar trechos por significado ou por termos exatos.
Neste episódio, o podcast do RDD comenta por que algumas empresas estão se afastando rapidamente no uso de IA. A chave está na passagem do chat assistivo para agentes conectados a contexto, ferramentas e sistemas, com a cautela de que mais uso não significa automaticamente mais valor.
Neste episódio, o podcast do RDD explora como a IA amplia o papel do software, sem substituir as regras nem os especialistas. A conversa mostra por que serviços intelectuais podem combinar modelos, bases de conhecimento, workflows e revisão humana.
Uma boa Skill contábil não tenta fazer o modelo acertar sempre. Ela desenha um caminho em que cálculo, parâmetros, revisão humana e auditoria impedem que uma alucinação vire entrega.
Neste episódio, o podcast do RDD discute por que dominar muitas ferramentas de IA não basta. A conversa mostra como valor profissional nasce de problemas bem definidos, processos, contexto, dados e governança.
Neste episódio, você aprende como transformar um pedido genérico para um LLM em uma instrução contábil mais segura. A ideia central é simples: o prompt bom não tenta adivinhar; ele organiza contexto, fontes, etapas e limites antes do resultado.